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Diversificando o portfólio com ações globais

Investidor brasileiro é um dos que têm o maior viés doméstico do planeta. Sabe-se que a diversificação em classes de ativos com baixa correlação entre si aumenta a eficiência de uma carteira, reduzindo sua volatilidade. Nessa linha, o investimento em renda variável é uma importante alavanca para aumentar o retorno de um portfólio no longo prazo. A alocação em ações é usualmente feita de três formas: escolhendo diretamente as ações e montando seu próprio portfólio; delegando o investimento a uma ou mais gestoras de fundos de ações; ou investindo em ETFs, fundos passivos que acompanhem um índice. Mas considerando todas as possibilidades de investimento desenhadas acima, o que está claro hoje é que muito pouco do patrimônio do brasileiro é alocado em...

Alphabet: por que resultado dentro do esperado não foi suficiente para impulsionar ações

Com expectativas maiores sobre as ações de tecnologia, investidores e analistas ficam cada vez mais intolerantes com qualquer descompasso em relação às suas previsões. Por Maria Antonia Viuge e Roberto Vinhaes

A nova tentativa de “turnaround” da Burberry

A execução, tanto da parte criativa quanto operacional, é que vai determinar o sucesso do plano da centenária marca de luxo britânica. Por Maria Antonia Viuge e Roberto Vinhaes.

Williams Sonoma: excelente alocação de capital negociada a desconto

Achamos que o mercado está precificando um cenário muito pessimista, que não captura o potencial da companhia no longo prazo. Por Roberto Vinhaes e Maria Antonia Viuge

O índice S&P 500 e o mito da reflexão da bolsa americana

A melhor forma de investir em ativos globais é por meio da gestão ativa, que utiliza o longo prazo como bússola. Por Roberto Vinhaes e Maria Antonia Viuge

A contabilização de share based compensation e seus impactos no valuation de empresas

Exclusão dos gastos com Stock-Based Compensation (SBC) das despesas correntes, por exemplo, pode superestimar a lucratividade e afetar a avaliação do valor justo.
Por Roberto Vinhaes e Maria Antonia Viuge

Larry Culp e a desintoxicação da GE

Uma das mais antigas empresas americanas, a General Electric era o ícone de uma cultura que encorajava a audácia e a inventividade, e que celebrava seus vencedores. A companhia teve Thomas Edison entre seus fundadores e atingiu seu ápice sob o comando de um dos mais festejados CEOs do seu tempo, Jack Welch. Por Roberto Vinháes e Rodrigo Lobo

Microsoft e Alphabet acirram disputa por Inteligência Artificial após balanços do 1º tri

Ambas empresas se esforçaram para demonstrar o longo histórico de atuação no campo de IA e assegurar investidores de que serão líderes nessa onda de inovação. Por Maria Antonia Viuge, Roberto Vinhaes.

A saída silenciosa de Wojcicki do comando do YouTube

Troca de CEO acontece logo depois de mudança no mercado de anúncios e competição do TikTok acenderem sinal de alerta na plataforma. Por Maria Antonia Viuge e Roberto Vinhaes

“O esclarecimento dos fatos e a perspectiva histórica devem se sobrepor ao ruído de curto prazo do caso Americanas”

Considerado um dos principais personagens do mercado brasileiro de investimentos, o carioca Roberto Vinhaes, fundador das gestoras IP Capital Partners e da Nextep Investimentos acompanha de perto as polêmicas do caso Americanas. Para ele, o trio Jorge Paulo Lemann, Alberto Sicupira e Marcel Telles, acionistas da Americanas e sócios da 3G Capital, recebem críticas precipitadas. Por Roberto Vinhaes