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No dia a dia da nossa equipe, estamos constantemente imersos na leitura e no estudo. Confira abaixo uma seleção de artigos, podcasts e relatórios que enriqueceram nossa perspectiva ao longo da semana.

O Relatório de Ajustes Não-GAAP de 2025

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Caminhões comerciais são uma parte fundamental da adoção de veículos elétricos

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Judy Marks entrevistada por Nicolai Tangen

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Sobre Lego, amor e amizade

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Os sete tipos de agentes de IA

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Fim da isenção tarifária ‘De Minimis’ nos EUA impacta comércio e consumidores

Uma mudança significativa nas regras de comércio dos Estados Unidos, implementada pelo Presidente Donald Trump (2/Maio/2025), encerrou a isenção tarifária para mercadorias "de minimis"* provenientes da China continental e de Hong Kong. Esta medida põe fim a uma prática que permitiu a varejistas online oferecer produtos a preços baixos aos consumidores americanos. As novas regras implicam que mesmo pequenos pacotes da China e Hong Kong passarão agora pela alfândega e incorrerão impostos. Com o fim da isenção, os pacotes dessas origens com valor de até US$ 800 passaram a ser tributados a uma taxa de 120% de seu valor ou uma taxa fixa, que começa em US$ 100 e aumentará para US$ 200 em 1º de junho. As empresas mais afetadas...

Oráculo previu o futuro? Por que Buffett vendeu Apple antes de tarifas de Trump

Em matéria da Infomoney - “Oráculo previu o futuro? Por que Buffett vendeu Apple antes de tarifas de Trump” - nosso sócio e analista, Pedro Oiticica, comenta sobre alguns riscos e desafios enfrentados pela Apple como sua relação simbiótica com a manufatura chinesa desde o lançamento do iPhone, sua posição de pouco destaque na corrida de inteligência artificial (IA), e riscos regulatórios materiais, que juntos tornam a ação pouco atraente em nossa visão. Alguns destes aspectos podem ter levado Warren Buffett a vender uma parcela considerável de sua posição na companhia ao longo de 2024. A Berkshire Hathaway começou a investir na Apple no início de 2016 e a posição cresceu significativamente ao longo dos anos, chegando a representar 51%...

A arte de aumentar preços

De gigantes industriais (GE Aerospace), a empresas de telecomunicações (Verizon), ou mesmo marcas de luxo como LVMH e Hermès, todas afirmam estar planejando repassar pelo menos parte do custo das tarifas aos consumidores. Enquanto a marca de luxo francesa, Hermès, anunciou recentemente que aumentará seus preços nos EUA, fazendo com que seus clientes americanos absorvam integralmente o custo das tarifas, a diretora financeira da LVMH, Cécile Cabanis, declarou que a estratégia de precificação pode variar significativamente entre marcas e categorias de produtos: "It will not be one size fits all". Em geral, empresas do segmento de luxo conseguem repassar aumentos de custo para seus clientes com mais facilidade. Além da Hermès e da LVMH, a Richemont, dona de marcas como Cartier,...

A única certeza é a incerteza

Em uma carta recente aos clientes da Oaktree e em artigo publicado no Financial Times, Howard Marks reflete sobre a incerteza generalizada no cenário econômico atual e compara a situação com a crise financeira de 2008 e a pandemia de 2020. Ele observa que, semelhante aos primeiros dias de ambas crises, quando não havia fatos relevantes ou experiências análogas, o momento atual nos oferece apenas especulações e o futuro está ainda mais imprevisível - "Nobody Knows (Yet Again)". Marks alerta contra possíveis erros causados por excesso de confiança na previsão de resultados, ou no risco de ficar paralisado diante de tamanha incerteza: “We have to accept that there's no such thing as foreknowledge here. This means that if we insist...